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sexta-feira, 7 de fevereiro de 2025

Um salário para quatro, e a indignação dos trabalhadores indicados pelo vereador - Por Barroquinha


E a polêmica da vez em uma pequena cidade do interior da Bahia é o salário dividido para quatro. O que já era alvo de críticas quando era repartido por duas pessoas, agora atingiu um novo patamar. Trabalhadores responsáveis pela limpeza das ruas na zona rural estão recebendo seus pagamentos não pelo banco, mas em envelopes, com valores que chegam a um quarto do salário mínimo.

A denúncia veio à tona por meio de programas de rádio e rapidamente se espalhou pelos grupos de WhatsApp. Segundo relatos, um homem desconhecido teria passado entregando envelopes com os nomes dos trabalhadores e a quantia referente ao pagamento de janeiro. Uma das pessoas, indignada, afirmou ter recebido apenas 300 reais, uma fração do que deveria ser um salário digno pelo serviço prestado.

No centro da polêmica, um vereador de um povoado que, segundo as denúncias, estaria envolvido na prática. A prefeitura, até o momento, mantém o silêncio. Curiosamente, essa mesma situação já foi amplamente criticada por alguns que hoje estão no poder. Antes era um escândalo, agora parece ter se tornado um problema institucionalizado – e ainda piorado.

E fica a pergunta: como justificar o injustificável? Se antes dividir um salário era vergonhoso, o que dizer quando essa divisão chega a quatro? O que leva um trabalhador da limpeza rural a receber seu pagamento de maneira informal, como se fosse um favor e não um direito? Enquanto as respostas não aparecem, sobra o descaso e a indignação daqueles que suam para manter os povoados limpos.


Por Barroquinha
Jornalista do Povo

terça-feira, 12 de novembro de 2024

A transição e os bastidores do novo Governo - Por Barroquinha


A transição em Barrocas está rendendo conversa para mais de mês. Primeiro, tinha gente apostando que o atual prefeito não facilitaria as coisas. Será que a equipe de Almir teria acesso a tudo? Dados financeiros, orçamentários, operacionais… Pois bem, o decreto saiu, e o caminho está pavimentado. Agora, se a troca será amigável ou cheia de farpas, só o tempo dirá. Mas, convenhamos, transição tranquila não é favor para A ou B. É benefício para o povo.

Enquanto isso, do lado do novo governo, o cenário já começa a esquentar. Disputa por vaga na Comissão de Transição? Parece que sim. Curioso, porque ninguém vai ganhar um centavo para isso. Mas, convenhamos, estar na transição pode ser um “passaporte” para o primeiro escalão. E aí é que a coisa pega fogo. Todo mundo de olho nas secretarias, nas superintendências e, claro, na disputadíssima Chefia de Gabinete.

E o que dizer dos rumores sobre a nova estratégia de Almir? Parece que desta vez ele vai confiar em “gente de casa”. Nepotismo? Quem se importa, né? Afinal, o discurso do ex-prefeito ainda ecoa: “Confiei demais e me decepcionei”. Almir quer evitar novas decepções, e nada como um parente por perto para manter tudo sob controle.

E assim seguimos, observando a movimentação. O grupo que venceu a eleição, após oito anos fora do poder, está com sede. Dizem que há subgrupos, e dentro deles, uma disputa velada por espaço. Alguns já formaram até um “time” de confiança. Mas os nomes? Esses eu guardo para depois. Não quero criar problema para o dono deste jornal. Por enquanto, fica só no suspense.

@ Nossa Voz - Por Barroquinha
"o colunista destemido"

domingo, 3 de dezembro de 2023

Editorial: "Ainda não temos a saúde de verdade que foi prometida"


Domingo dia 03 de dezembro de 2023
Barroquinha, o Jornalista do Povo

É chegado o momento de darmos foco a triste realidade enfrentada por parte da população que busca atendimento na área de saúde no município. A espera prolongada para consultas com especialistas, por exemplo com pediatras, onde segundo relatos, a oferta é limitada a apenas 20 vagas. E quem não conseguiu na última oportunidade, terá que esperar por três longos meses para poder tentar novamente. Um retrato da dificuldade vivenciada por muitos. A cena de pessoas madrugando em filas, algumas sem êxito, evidencia o desafio para acessar serviços básicos de saúde.

A gestão municipal precisa preencher essa lacuna na oferta de consultas pediátricas, é urgente a necessidade de uma avaliação criteriosa na gestão da saúde. A crítica se estende à Farmácia Popular, onde segundo a população, a obtenção de alguns medicamentos torna-se uma tarefa hercúlea. Cuidar da população vai além do transporte de pacientes para outras cidades, com os 50 carros tanto anunciado nas entrevistas.

Diante dessa carência, surge dúvidas se é real a competência, responsabilidade que faz parte do slogan, ao tempo que rememoramos a "saúde que seria de verdade", quando já se passaram quase sete anos de gestão.  No entanto, fica aqui o reconhecimento e o esforço de profissionais dedicados que, mesmo diante das adversidades, desempenham um papel crucial na oferta de serviços de saúde no município.

Por Barroquinha
Jornalista do Povo

sexta-feira, 17 de novembro de 2023

Editorial: "Promessas de Campanha: O Ciclo da Ilusão Eleitoral" por Barroquinha


Quarta-feira 17 de Novembro 2023
Barroquinha, Jornalista do Povo

É chegado o momento de colocar em foco um tema crucial: as promessas de campanha que permanecem pendentes, mesmo à porta de mais uma eleição. Enquanto menos de um ano nos separa das urnas, é inevitável refletir sobre as promessas não cumpridas, transformadas em meras ilusões para o eleitor tão ansioso por mudanças.

Num ciclo que se repete, novas promessas surgirão em breve, envoltas na esperança de um futuro melhor. No entanto, é vital olhar para trás e questionar por que tantas promessas passadas permanecem sem cumprimento. Seriam elas genuínos compromissos ou apenas estratégias para conquistar votos?

O eleitor, sempre ávido por melhorias, merece mais do que ilusões temporárias. Este é o momento de questionar, de exigir prestação de contas e transparência. O momento é de reflexão sobre a responsabilidade dos líderes em transformar palavras em ações concretas.

À medida que nos aproximamos de um novo ciclo eleitoral, esperamos que este seja marcado não apenas por promessas sedutoras, mas por um comprometimento genuíno com o bem-estar da comunidade. O cidadão merece uma gestão que vá além das palavras vazias, proporcionando resultados tangíveis. 

Por Barroquinha
Jornalista do Povo