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| Vereador Ira do Cedro pediu, mas Dodozão teve na Sessão e não gostou da ideia - Foto Eraldo Ferreira |
Ira citou o caso de uma profissional que acompanha um aluno autista e que, segundo ele, chegou a interromper o trabalho por estar há quase quatro meses sem receber. O parlamentar afirmou que a situação teria sido resolvida logo em seguida. Também mencionou uma reclamação feita por uma trabalhadora do povoado de Ipoeira, durante a programação da Rádio A Nossa Voz, também sobre pagamentos atrazados.
Foi nesse contexto que o vereador mencionou o pastel tradicionalmente oferecido após as sessões. “Vai ter que parar o pastelzinho no final da sessão. Porque não é justo a gente ter pastelzinho enquanto as pessoas estão aí com o salário atrasado”, afirmou. Ira acrescentou que, embora os recursos da Câmara sejam separados dos recursos administrados pela Prefeitura, consideraria contraditório manter o lanche diante da situação financeira que descreveu. Durante o pronunciamento, ele também afirmou que o Executivo declarou “calamidade financeira” e citou valores que, segundo seu próprio levantamento, teriam entrado nos cofres municipais nos meses de junho e julho.
Outro ponto levantado pelo parlamentar foi a situação da BA-411 na chegada de Barrocas. Ira disse que publicou um vídeo mostrando as condições do asfalto, que já teria alcançado mais de 8 mil visualizações, e cobrou providências tanto do Governo do Estado quanto da Prefeitura. “A situação está caótica naquela entrada da nossa cidade. É buraco e a gente fica muito triste”, declarou.
Por fim, Ira do Cedro defendeu que vereadores de situação e oposição se unam nas cobranças por soluções. Para ele, deixar de cobrar providências diante de problemas da administração pode ser interpretado como conivência. “Vereador que não luta, que não cobra do prefeito ações concretas, está sendo complacente com os erros do prefeito, com os erros da administração”, afirmou.
@ Nossa Voz - Por Rubenilson Nogueira



