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quarta-feira, 16 de fevereiro de 2022

Inflação eleva também o preço da banana: 'Está com preço de ouro', reclama a população

Baianos relatam aumento do preço da banana em mercados e feiras livres — Foto: Reprodução/TV Bahia
Os baiano, principalmente os soteropolitanos começaram a perceber o aumento no preço das bananas nos mercados e feiras livres. A fruta teve um aumento de 24,28% no início de 2022 e foi o item da cesta básica que recebeu o "título do que mais ficou caro".

"Banana não está mais com preço de banana não amigo, está com preço de ouro", disse uma mulher, que olhava a fruta, na Feira de São Joaquim, uma das mais frequentadas na capital baiana. Entre dezembro do ano passado e janeiro deste ano, a alta da cesta básica foi de 4,21%. Em 12 meses subiu 10,45%. A cesta atualmente custa R$ 540,01. 

Segundo matéria da TV Bahia, sete produtos tiveram alta, mas nenhum pesou tanto no bolso do consumidor como a banana: Banana 24,28%, tomate 16,51%, café em pó 8,79%, açúcar cristal 3,79%, pão francês 3,28%, farinha de mandioca 2,25%, óleo de soja 0,70%. Alguns vendedores afirmam que houve um aumento de 100% no preço da banana, nos últimos seis meses. "A gente está pegando de R$ 8 e antes era R$2", contou um dos comerciantes, que registrou um aumento de 80%.

E todas os tipos de bananas subiram de preço. A da terra é ideal para ser cozida e frita. A maçã é menos encontrada e especial para um lanche ou sobremesa e a da prata é muito usada para fazer vitamina. "O aumento que nós tivemos foi muito acima de 25%. Não temos condições de passar isso para o cliente", lamentou.

@ Nossa Voz Com Informações do G1 Bahia

sábado, 16 de outubro de 2021

Até o ovo! Em tempos de inflação da carne, ovo também está mais caro

Foto: Reprodução Agro20
Nem o ovo de galinha escapou da inflação desenfreado que afeta a economia brasileira, os alimentos que antes eram considerados baratos, e eram uma opção especialmente para as famílias mais carentes, já custa caro no mercado. Segundo a matéria do G1, o preço do ovo branco no atacado está batendo recorde em algumas das principais regiões produtoras de São Paulo, estado de onde vem um terço do alimento, é o que mostra um levantamento do Centro de Estudos Avançados em Economia Aplicada (Cepea), da Esalq/USP. 

As cotações são puxadas pelo aumento do custo da ração e por uma maior procura do consumidor, diante da alta do preço da carne. Com o avanço nas granjas, os preços podem subir também nos supermercados nos próximos dias, segundo especialistas. No Brasil, o preço do ovo para o consumidor avançou 16% em 12 meses até setembro. Tradicional alternativa de proteína quando os preços das carnes sobem, o alimento já não tem sido uma opção para muitos brasileiros. Com o empobrecimento da população, muitos estão recorrendo até mesmo a ossos de carnes, que também subiram de preço, assim como os cortes nobres. “A tendência é fazer esses repasses […] E, apesar de ter sido uma alta nominal, como a renda está fragilizada, qualquer aumento já é sentido pelo consumidor”, afirma a analista de mercado de ovos do Cepea, Juliana Ferraz.

Em Barrocas, município do Território do Sisal da Bahia, o chamado ovo de granja que custava cerca de R$4,00, vem sendo comercializado à R$6,00, já o tradicional ovo de galinha da terra, custa entre R$10 e R$12 reais a dúzia.

@ Nossa Voz - Com informações do G1