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| Audiência aconteceu na Câmara de Vereadores - Fotos Niely Queiroz |
Na abertura da audiência, Robenildo Brito falou da complexidade do problema e defendeu que o município avance na construção de medidas. Ele lembrou que os prejuízos tem levado agricultores a deixarem de criar; "...relatos de desistência de agricultores, de produtores que deixaram de produzir por conta dos inúmeros ataques, e que tem afetado diretamente a renda das famílias e consequentemente do município", lamentou. Robenildo sugeriu que medidas sejam tomadas, pois segundo ele trata-se que questão de segurança pública; "não é só castração que vai resolver, não é só pastor maremano que vai resolver, não é só a microchipagem que resolve, mais todas as ações possíveis", afirmou em parte da sua fala.
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| Secretário Robenildo Brito disse que os ataques são "questão de segurança pública" |
Durante a audiência criadores tiveram espaço para relatar experiências e prejuízos provocados pelos ataques. Os depoimentos reforçaram a preocupação com a continuidade das criações no município, principalmente diante da insegurança de investir na atividade e perder animais. Evandro também ressaltou a dificuldade enfrentada por quem permanece produzindo na zona rural e manifestou esperança de que a discussão resulte em medidas concretas.
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| Agricultores e servidores municipais compareceram ao evento |
O prefeito José Almir não participou da audiência por estar cumprindo agenda na capital baiana. O Executivo Municipal foi representado pelo vice-prefeito José Eclécio. A audiência abriu espaço para que produtores e autoridades discutissem o problema de forma conjunta e buscassem caminhos para reduzir os ataques e oferecer maior segurança a quem ainda mantém a criação de animais como fonte de renda no município.
@ Nossa Voz - Por Rubenilson Nogueira / Colaborou Niely Queiroz



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