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quarta-feira, 12 de agosto de 2026

Presidente Evandro Mota pede que prefeito e secretário sentem na cadeira: "não dá pra administrar a distância"

Presidente da Câmara também defendeu maior aproximação do Executivo com os vereadores e mudanças na condução da gestão municipal
O presidente da Câmara de Vereadores de Barrocas, Evandro Mota, cobrou maior presença do prefeito Almir Maciel e do secretário municipal de Finanças, Dhemisson, na condução diária da administração. A declaração foi feita na última sexta-feira, 7 de agosto, durante entrevista ao jornalista Rubenilson Nogueira, no quadro Frente a Frente, do programa A Minha, a Sua, A Nossa Voz, da Rádio Nossa Voz.

Ao abordar a forma como considera que o Executivo deve enfrentar os problemas do município, Evandro foi direto ao defender que prefeito e secretário estejam presentes em seus postos. “Vou pedir ao secretário de Finanças também, que sente na cadeira da prefeitura, Dhemisson na Secretaria de Finanças, que é lá também na prefeitura, e o prefeito na cadeira dele. E ali veja os problemas, porque se for ficar governando à distância, não vai dar certo”, afirmou. Na sequência, o jornalis observou que uma das reclamações ouvidas da população tem sido justamente relacionada à presença dos gestores na cidade.

A cobrança ocorreu dentro de uma avaliação mais ampla feita pelo vereador sobre o momento da administração. Integrante do grupo governista, Evandro afirmou que mantém boa relação com o prefeito Almir, mas considera que ele deveria ampliar o diálogo com os parlamentares. “Hoje é um momento um pouco complicado para ele, no município de Barrocas, mas tanto eu como os vereadores sentamos com ele e damos conselhos para o bem. Eu até gostaria que ele se aproximasse mais dos vereadores, que os vereadores querem o bem dele e da população”, declarou.

Durante a entrevista, Evandro também defendeu planejamento e mudanças na condução administrativa para que o governo possa iniciar 2027 em melhores condições. Ao tratar das dificuldades enfrentadas pela gestão e da necessidade de reorganização, afirmou que será preciso “botar o pé no chão” a partir de janeiro. O presidente da Câmara deixou claro ainda que integrar a base governista não significa concordar com todas as decisões do Executivo. “Se ele tiver certo, eu defendo. Mas se é errado, eu defendo não”, afirmou, defendendo que os problemas sejam reconhecidos e corrigidos pela gestão.

@ Nossa Voz - Por Rubenilson Nogueira

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