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| Projeto prevê recuperação ambiental do espaço, preservação de espécies nativas, trilhas ecológicas, mirante e atividades de educação ambiental |
O encerramento do lixão foi oficializado no último dia 30 de setembro, durante evento realizado na Câmara de Vereadores. Desde então, os resíduos que não são destinados à reciclagem deixaram de ser despejados no local e passaram a ser encaminhados para Serrinha. Na ocasião, Renato já havia explicado que a etapa seguinte seria a elaboração de um Plano de Recuperação de Área Degradada (PRAD), necessário para orientar as intervenções no terreno.
Em contato com o jornalista Rubenilson Nogueira, Renato Lopes apresentou novos detalhes do que a gestão pretende implantar futuramente na área. Segundo ele, o projeto prevê a preservação e valorização da vegetação característica da Caatinga, com identificação das espécies por meio de placas contendo nome popular, nome científico e outras informações. Entre as plantas citadas pelo secretário estão umbuzeiro, pau-de-rato, caçutinga, aroeira e mulungu.
A proposta inclui ainda a criação de rotas de trilhas ecológicas e de um mirante com cobertura. O objetivo é permitir que estudantes da rede de ensino de Barrocas e também de outros municípios possam visitar o espaço e conhecer de perto as características do bioma. A área também deverá ficar disponível para visitação de famílias, conciliando preservação ambiental, conhecimento e lazer.
“O Santuário da Caatinga de Barrocas realmente tem tudo para se tornar um lugar acolhedor, bonito e principalmente de grande importância ambiental e educacional para o nosso município”, afirmou Renato. Para o secretário, o projeto permitirá que crianças aprendam sobre a vegetação local e ajudará a preservar parte da Caatinga para as próximas gerações.
A transformação, entretanto, dependerá primeiro da recuperação da área degradada pelo descarte de resíduos ao longo dos anos. Assim, depois de encerrar um ciclo marcado pelo funcionamento do lixão a céu aberto, o município inicia uma nova etapa: recuperar o terreno e, posteriormente, dar ao espaço uma finalidade ambiental e educativa.
@ Nossa Voz - Da Redação


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