Ao responder a uma pergunta do comunicador sobre os desafios da função, Sinésio afirmou que chegou a solicitar um carro para facilitar o trabalho de acompanhamento das obras. Segundo ele, no início da gestão houve um veículo disponível, mas posteriormente passou a utilizar uma motocicleta para percorrer as localidades. “A única coisa que eu pedi para ele… Eu precisava de um carro para estar rodando. Teve no início, mas depois eu comprei aquela moto. Aí eu comecei a rodar e vinha conversando com ele (prefeito)”, declarou.
O secretário explicou que a motocicleta permitia chegar às comunidades, mas tornava a rotina mais cansativa, principalmente devido à grande extensão territorial do município. “A gente anda a região toda, mas cansa muito. E eu estou com 60 anos de idade”, afirmou durante a entrevista.
Sinésio também revelou que chegou a vender o próprio carro após utilizá-lo intensamente em atividades relacionadas à secretaria. Segundo ele, o desgaste mecânico provocado pelo uso frequente fez com que optasse pela venda do veículo. “Eu rodei muito o ano passado, danificou um monte de coisas. Aí eu digo que é melhor vender do que arrumar para gastar bastante”, relatou.
Durante a entrevista, Sinésio não apontou a falta de um veículo oficial como motivo para deixar a Secretaria de Obras. Conforme já informado anteriormente, ele atribuiu sua decisão principalmente à necessidade de retomar o mandato de vereador e estar mais próximo de sua base eleitoral. No entanto, o relato evidencia uma das dificuldades estruturais enfrentadas durante sua passagem pela pasta e reforça a importância de condições adequadas para o acompanhamento das obras e serviços públicos no município.
@ Nossa Voz - Da Redação

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