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terça-feira, 28 de setembro de 2021

Município de Barrocas tem mais de mil eleitores com o título cancelado informa o TRE-BA

Arte: Kauã Sherman

Mais de mil eleitores barroquenses tiveram o registro eleitoral cancelado. O cancelamento do título de eleitor leva a uma série de penalidades. As mais de mil pessoas tiveram seus títulos de eleitor cancelados possivelmente devido a ausências nos últimos três pleitos eleitorais, sem um motivo válido, mas pode haver outros motivos.
  
O Tribunal Regional Eleitoral da Bahia (TRE-BA) informa que o total de 1.002 pessoas estão com títulos cancelados no município. Estes eleitores precisam se adequar com o TRE para participar das eleições de 2022.

Em razão do cancelamento do título, o eleitor poderá sofrer algumas sanções, como por exemplo: na realização e empossamento de concurso público, obtenção de passaporte, renovação de matrícula em instituições de ensino oficiais, obtenção de empréstimo em instituição governamental de crédito, participação em concurso público e prática de quaisquer atos como, se precisar ser dispensado do exército ou pagar imposto de renda. Nas eleições de 2020, 11.535 eleitores participaram do pleito em Barrocas, e 1.800 não compareceram as seções para votar. O voto no Brasil é obrigatório.

@ Nossa Voz por Kauã Sherman / Com informações do Infor Serrinha

sábado, 30 de maio de 2020

Reprise do Programa Rubenilson e Amigos - Ep#02: Paulino Capoteiro (ouça)

Paulino Capoteiro e Rubenilson Nogueira
O 'Rubenilson e Amigos' é um programa da Rádio Web A Nossa Voz que vai ao ar todas as quartas-feiras. O segundo o entrevistado foi o barroquense Paulino Oliveira Freitas, o conhecido Paulino Capoteiro, que bateu um papo descontraído sobre sua infância no Povoado de Lagoa da Cruz, a trajetória profissional e sobre os projetos sociais implantados na comunidade da zona rural de Barrocas (ouça).



@ Nossa Voz - Da Redação


domingo, 29 de março de 2020

Terra de um povo de trabalho, de fé e de alegria. Terra do ouro e do sisal dos Barroquenses!

Foto: Rubenilson Nogueira
O ouro e o sisal são algumas das nossas riquezas, mas certamente tá na garra dos barroquenses o segredo do desenvolvimento desse cantinho do nordeste, um lugar chamado Barrocas. 

Infelizmente não será neste ano que voltaremos a ter uma comemoração de aniversário digna da história de Barrocas, a altura do seu povo, fazendo jus ao seu destaque no Território do Sisal do Estado da Bahia. Adiou-se a festa, mas não esquecemos da importância do dia 30 de março para todos os filhos e filhas dessa terra amada. Essa data representa muito. Significa liberdade, progresso, conquistas, realizações. Representa a emancipação de todo um povo que não deixou de sonhar, que não desistiu nem mesmo após uma pequena queda, não, não, levantou e com ainda mais vontade caminhou rumo ao futuro.

E por que amamos tanto esse lugar? É possível apresentar muitas respostas para essa pergunta, porém, se assim o fizermos, nos prolongaremos na explicação, na tentativa de justificar. O barroquense viaja para os mais longínquos lugares do Brasil, vive em grandes metrópoles, lugares lindos, pode até ir ao exterior, mas onde estiver, o pensamento diário é centrado no dia que poderá regressar de uma vez, voltar para ficar. O amanhecer, o entardecer, o frio não tão comum e o calor mais frequente, a hospitalidade de sempre, a resenha cotidiana, a simplicidade marcante, amizade, a beleza contagiante, a propaganda espontânea, sim, se der ouvido a um barroquense, ele conquista qualquer um a morar por cá.

Foto: Rubenilson Nogueira
Pois bem, a contagem regressiva está aberta, já não é a criança, adolescente, passou-se até da maior idade, adulta e com 20 anos, agora madura, responsável, foi assim que concordamos por não fazer a festa, mas uma coisa não será possível adiar; o sonho de ser cada dia uma cidade melhor para todos, isso nem mesmo aqueles que tentam exercer com mão de ferro o poder, serão capazes de impedir.

Breve estaremos em festa, seja no tradicional São João, no Natal ou Réveillon, não importa, unidos superaremos esse momento e voltaremos a comer o acarajé da esquina no final de tarde, passaremos nos bares que servem a tripa ou o pastel. Em breve teremos de volta os babas do campão, o retorno das cavalgadas, escutaremos o ronco dos motores dos trilheiros, riremos com resenha na barbearia, discutiremos a política no ponto do cafezinho no mercado. Em breve voltaremos a conviver e aproveitar o melhor de Barrocas. 

Por Rubenilson Nogueira