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sábado, 25 de setembro de 2021

Equipe União Barrocas está pronta e escalada para estreia na Copa Cipava neste domingo (26)

Elenco que conquistou vaga na Copa Cipava.
Foto enviada ao Jornal @ Nossa Voz
Formado por trecheiros barroquenses no estado de São Paulo, a equipe União Barrocas entra em campo neste domingo (26), pela Copa Cipava, contra a equipe Al-Geada, de Carapicuiba-SP, às 16:00 na Arena CSU, em Osasco. A equipe conta com jogadores barroquenses, que na sua maioria trabalham na capital paulista, mas aos poucos se reforça com mais baianos, de Serrinha, Santaluz e Queimadas.

Confronto do dominfo (26), Al-Geada x União Barrocas

Em contato com o Presidente da equipe, Nego de Lisinha, o mesmo falou sobre a expectativa para o confronto do fim de semana, e os preparativos para a estreia: "Temos tido muito dificuldade por quê cada um trabalha em local diferente e só conseguimos se encontrar no final de semana, cada um tá fazendo suas preparações como pode. A expectativa é de fazer um bom jogo e vencer, para que, podemos mostrar a nossa força que vem da nossa terra!" destacou.

Segundo Nego, a equipe poderá entrar em campo com os seguintes jogadores: Arilson, Willian, Israelzinho, Léo Lambança, Big Big, Ediclécio, Durico, Joel Coleirinho, Paulinho, Dai Levi, Ney de Cainho e lenaldo. A comissão técnica do time é formada por: Presidente: Nego de Lizinha, Técnico: Doropeu, Auxiliares: Railton, Renilton, Kiko, Hamilton. Para mais informações do surgimento da equipe Clique Aqui!

@ Nossa Voz por Kauã Sherman

sexta-feira, 24 de setembro de 2021

QUADRO PROFISSÕES COM O PEDREIRO SERGIO MUELA

Com um serviço de qualidade, Sergio ganhou a confiança dos barroquenses
Foto: Kauã Sherman

O pedreiro barroquense Paulo Sergio Ferreira dos Santos, o conhecido Sergio Moela, é o #19º entrevistado do Quadro Profissões. Gremista, Sergio é um apaixonado pela equipe do Sul, não esconde sua preferência pelo Tricolor Baiano, mas se encantou com o Campeonato Brasileiro de 1996 conquistado pelos gaúchos. Na infância, Sergio conta que gostava muito de brincar construindo miniaturas de casas, já tinha gosto pela construção: "Quando eu era criança eu já queria virar pedreiro, pra mim era uma profissão muito boa", relembrou.

Sua mãe, Dona Zefa Guela, foi quem deu a primeira Colher de Pedreiro, ainda aos dez anos de idade, despertando a curiosidade no menino, que aos 18 despontava na área e aos poucos ganhava confiança. Se consolidou na profissão entre 2011 e 2012, quando passou por obras em Minas Gerais e na Bahia, na construção da Arena Fonte Nova: "Na Arena eu ganhei muita experiência, o meu encarregado era bom, ensinava várias coisas, e eu fiquei quase dois anos lá", finalizou. Veja abaixo o questionário de perguntas.

Fotos e Arte: Kauã Sherman - Clique para ampliar
Perguntado sobre as maiores dificuldades no trabalho, Sergio destacou o início da sua trajetória: "No começo foi difícil, a gente fica com um pouco de medo de apresentar o trabalho, e é um pouco complicado conquistar os clientes, até hoje tem pessoas que duvidam que eu sou pedreiro, mas graças à Deus eu tô com muito serviço". Moela falou um pouco sobre a sua melhor obra no trecho, na construção da Arena Corinthians: "Foi a minha melhor obra, o salário era bom e as condições de trabalho também, eu gostei muito de lá".

No serviço, Sergio é atencioso, detalhista e gosta de manter o foco, a Alvenaria (levante de paredes) é serviço que ele mais gosta de executar, mas não escondeu qual era o pior momento na obras: "Reboco de teto, é complicado, dá muito trabalho", finalizou.

@ Nossa Voz por Kauã Sherman

quinta-feira, 29 de julho de 2021

Operários Barroquenses enfrentam temperaturas abaixo de zero no sul do Brasil

Automóvel coberto pela neve - Clécio, Anderson e Isaque - Fotos: Reprodução
Os operários barroquenses, chamados de trecheiros, trabalham nos quatro cantos do Brasil e até no exterior, e sempre buscam se adaptar com a realidade de cada região que atuam; mudanças na alimentação, tradições locais, e principalmente o clima. O frio no sul do país, sempre é um desafio a parte, mas e quando a temperatura fica a baixo de zero? Três Barroquenses que trabalham atualmente na cidade de Cambará do Sul estão passando por uma experiência inédita.

Cambará do Sul é um pequeno município do Estado do Rio Grande do Sul que localiza-se à 185 quilômetros de Porto Alegre, conhecido como a "terra dos cânions" e "capital do mel". A cidade se destaca no ranking de baixas temperaturas, sendo que o seu inverno está sempre entre os lugares mais frios do Brasil, mas neste ano, estima-se que o frio é o mais intenso das últimas décadas.

Clécio, Anderson e Isaque - Fotos: Reprodução
Clécio Lima, Isaque Nascimento e Anderson Luiz estão trabalhando nas obras de um parque turístico, e nós últimos dias estão enfrentando com determinação as baixas temperaturas. Em contato com o JNV eles relataram que é uma experiência única: "Nunca tinha passado por isso. Estamos passando pela maior frente frio dos últimos 20 anos aqui, sensação térmica muito baixa, hoje (28 julho) chegou a -6°C negativo. Para aguentar esse frio, a gente se agasalha muito, muita roupa", contou Clécio Lima natural do Povoado de Baraúna do Rumo.

"Estamos enfrentando aqui um frio, a temperatura caiu e nem mesmo os gaúchos tão acostumados com tanto frio, mas nós estamos lutando como sempre. A galera trecheira não foge da raia", relatou o Barroquense Isaque morador do Bairro de Santa Rosa.

Isaac Nascimento morador do Bairro de Santa Rosa - Foto: Reprodução
Isaque e Anderson estão na cidade há um mês, Clécio chegou cerca de 15 dias. Outros barroquenses que estão em São Paulo devem chegar a cidade turística nos próximos dias. Fotos registradas hoje mostram como o dia amanheceu na cidade gaúcha.

Outros profissionais estão trabalhando na Capital Porto Alegre e em Santa Catarina, onde as baixas temperaturas também estão 'judiando' neste período. 

@ Nossa Voz - Por Rubenilson Nogueira