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| “Todo dia uma conversa. […] já estou ficando careca, os cabelos ficando brancos”, desabafou o parlamentar |
Ernesto afirmou que vem sendo constantemente procurado pelos moradores e pediu ao prefeito que cobre uma definição da empresa responsável. “Todo dia uma conversa. […] Quem está no meio do povo é Ernesto. Todo dia é cobrado”, declarou. Em outro momento, endureceu a cobrança: “Eu não vejo mais nem como paixão, agora já vejo como provocação”. Segundo o vereador, a espera pelo início dos trabalhos se arrasta há vários meses.
O parlamentar disse ainda que, caso a obra não seja executada, prefere que isso seja informado claramente à comunidade e que o material colocado no local seja retirado. “Vai começar ou não vai? Vai ter obra ou não vai?”, questionou. “Se não for fazer, pelo menos tirar aquela brita lá do meio do nosso campo lá e morre o papo.” Ernesto também pediu esclarecimentos sobre a emenda parlamentar relacionada à intervenção: “Conversa com esse deputado também, se ele mandou essa emenda ou se não mandou”.
Apesar da cobrança, Ernesto iniciou seu pronunciamento agradecendo ao secretário municipal de Obras, Roque Loteba, pelos serviços realizados nas estradas da região da Ipoeira, Lagoa dos Umbus e Malhada da Onça. O vereador ressaltou que pretende reconhecer quando as reivindicações são atendidas e cobrar quando isso não acontece. “Eu também gosto de criticar. Se não fizer, eu critico”, afirmou. Ao tratar especificamente da obra ainda não iniciada, reforçou: “A gente trabalha, faz um trabalho, respeita, mas com ação, com ação”.
@ Nossa Voz - Por Rubenilson Nogueira

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