quarta-feira, 1 de julho de 2015

Baterista e vocalista Sidnei Santos fala sobre maratona de shows no São João



Musico desde os 13 anos, o barroquense Sidnei Santos Oliveira, 38 anos, conhecido como Sid Batera, morador do bairro da Santa Rosa, além de cantor no Grupo Vaguinho e Cia é baterista da Banda Mel 100 Pimenta. Neste São João precisou se virar nos trinta para da conta do recado, os ensaios e escolha do repertório começaram dois meses antes do período junino. Participando de duas bandas fez mais de 20 shows pela região.

Sidnei recebeu a equipe do JNV em sua casa e falou da correria do período junino, alem de destacar como foi sua relação com colegas de trabalho e o publico que animou nos diversos lugares que passou. Com shows em varias cidades não foi fácil conciliar a agenda da banda e do grupo sem deixar de cumprir com outros compromissos; “As vezes saia de casa 5 horas da tarde, retornava as 7h da manhã do outro dia, algumas vezes ia para os shows com minha moto enfrentando todo tipo de perigo”. Contou. 

Sua agenda contou com shows em Barrocas, Mairi, Lamarão, Biritinga, C. do Coité (Bandiaçu), Euclides da Cunha e Teofilândia. Pelo grupo barroquense que canta há quase 20 anos, o ‘Vaguinho e Cia’ cantou em 10 shows animando o publico com um repertório diversificado do forró. Na banda coiteense, Mel 100 Pimenta, Sid integrante há três anos tocou seu instrumento favorito, a bateria, ao lado dos amigos fez mais de 10 shows tocando clássicos de Luiz Gonzaga, Alcimar Monteiro, Flávio José e Alceu Valença. 

Ficar longe da família, amigos e esporte foi um dos grandes desafios encontrados pelo músico “A gente sai de casa e não sabe se volta, mas sempre peço a Deus proteção”. De volta a sua rotina contou a nossa equipe que mesmo passando noites tocando se preocupava com a alimentação “eu me cuidava, tem que comer bem pra conseguir manter o ritmo”. Com a normalidade dos shows, ele está de volta aos campos, uma das suas paixões, e comemora sua boa atuação após um longo período afastado do esporte por conta do período cansativo de viagens; “Fiquei longe por um tempo, mas voltei marcando um golaço de bicicleta em um campo da cidade de Serrinha”. Diz. 

Em sua casa descansando aproveita para ver filmes e relembrar os bons momentos da sua trajetória. Nas duas bandas que toca comemora o bom relacionamento, dos companheiros e fãs; “Todo pessoal é muito gente boa, estou aprendendo muita coisa, só tenho a agradecer a Deus por tudo, porque por onde chegamos somos bem recebidos pelas pessoas que acompanham nosso trabalho, que não muitas”. 


“Tocar bateria pra mim é uma terapia”, destacou o músico que usa seu instrumento para cuidar de sua saúde; “a medica disse pra eu não parar de tocar que me fazia bem, eu já tocava muito sem a recomendação, imagine agora” brincou. Um das suas vontades como musico é se apresentar com a Banda Mel 100 Pimenta em sua terra natal, Barrocas.


@ Nossa Voz - Da Redação - Por Victor Santos

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