terça-feira, 15 de setembro de 2015

Barrocas: Não demora muito e não saberemos quem é do grupo A ou do B, ou na pior das possibilidades, estaremos em dúvida até mesmo se existe mais de um grupo político por aqui.

Qual dos dois vai me manter na máquina pública?
Restando pouco mais de 1 ano para as eleições municipais, ‘pelo andar da carruagem’, o meio político barroquense seguirá cercado de dúvidas e incertezas, não só pela mudança de lado, ou simplesmente à troca de siglas partidárias, principalmente pelo grande numero de políticos em 'cima do muro' e dispostos a continuar vendo tudo de lá de cima até o apagar das luzes.

Mostraram até aqui os fatos, que em Barrocas, desde a reemancipação em 2001, a definição da chapa para o executivo e legislativo só mesmo após o ‘martelo ser batido’ nas convenções,  até lá tudo pode acontecer, situação que contribui com o jogo político especulativo, fomenta a incerteza e aumenta não só a desconfiança mas acaba que contribuindo para o baixo nível do processo democrático das campanhas políticas. Até lá haja chantagem!  

Ainda não está evidente se às duvidas de algumas "lideranças" diz respeito a quem será melhor para Barrocas, (ao que seria válido a análise), diante da ausência de propostas e posicionamentos mais claros e objetivos por parte dos que pleitam a prefeitura, ou se ainda não é possível ter certeza quanto a quem vai afetivamente ganhar as eleições, na dúvida, alguns acham melhor está entre os dois lados, até ter a certeza de qual será o lado mais forte, então vale a pena esperar a primeira carreata passar e só aí tomar a decisão de 'pular' do muro.

Mais confuso ainda está o sofrido do eleitor, realidade atual e passado não muito distantes permeiam as discussões e preocupam o cidadão de bem.

Nos últimos pleitos caíram por terra a credibilidade dos institutos de pesquisas eleitorais, muitos erraram vergonhosamente, não se sabe se de proposito ou por incompetência mesmo, com isso, falar que está alguns pontos percentuais à frente do adversário numa pesquisa pode prejudicar mais o candidato do que o ajudar a conseguir apoios, desconfiado os chamados cabos eleitorais, pré-candidatos e cortejadores do poder, são vistos em fotos com fulano no sábado e no domingo já aparecem com beltrano. O sorriso é o mesmo, porém fica a cada dia mais falso!

O eleitor sem conseguir vislumbrar um futuro virtuoso, sem enxergar um luz no fim do túnel, pode chegar a urna sem convicção, desconfiado, incrédulo, com poucas esperanças. Culpa dos políticos camaleões, papagaios de piratas, oportunistas.

@ Nossa Voz da Redação

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