sexta-feira, 9 de maio de 2014

Barrocas: Cícero Goies comenta, "exposição de jovens" em vídeos e fotos compartilhadas via internet.

Sobre nossos cuidados existe uma serie de responsabilidades e obrigações á ser seguidas e obedecidas, às vezes esqueceu-vos desses requisitos desde o respeito mútuo com o próximo, até as obrigatoriedades com as leis que regem esse País.

Outrora em tempos passados parte da sociedade julgaram muitos sem serem os criminosos que assim o afirmaram, prova disso o nosso ‘’Jesus salvador de nossas vidas’’, foi julgado no madeiro da cruz.

Por ‪‎julgar‬ com as próprias mãos e induzida pela boataria de um retrato falado das autoridades do Estado do Rio de Janeiro, acabou sendo interpretada de maneira brutal e covarde, na cidade de Guarujá-SP uma jovem senhora mãe de duas filhas foi julgada e morta a pauladas por populares: Crime esse nunca não cometido pela vitima, ou seja, por impulso descontínuo da ignorância e brutalidade alheia.

E nesse mesmo nível vamos acompanhando uma serie de julgamentos em cima de vídeo e imagens pornográficas de jovens/ adolescentes sendo expostas e ‘’induzidas á pessoas que não tem nada a ver’’, com o único intuito de gozar das inocências das próprias adolescentes envolvidas nos boatos.

Temos ‪‎filhos e sabemos qual constrangimento que isso tudo pode causar dentro de uma casa, onde muitas vezes os pais estão fora trabalhando para manterem as famílias! O grau da destruição que esse mal pode causar nos dias próximos, é irreparável podendo interromper o desenvolvimento das atividades até mesmo ser cometidos por doenças causadas por preocupações e outras.

Espero que os conceitos cristãos e as relações das famílias e amigos dos filhos de Barrocas, não venha ser abalados por ações maléficas, planejadas sobre os lares das famílias desta cidade. Que na verdade é o único objetivo dos autores dos vídeos em jogar as mesmas no lamaçal da destruição.

Tudo deixa copias, rastos, o autor do mal que plantaste hoje, logo amanhã será o coadjuvante da cobrança que plantou no passado.

Por Cícero Gois

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