sexta-feira, 29 de janeiro de 2016

O trem ainda vai circular. Trabalhadores realizaram manutenção na Linha férrea no perímetro urbano de Barrocas


Na tarde da quinta-feira (28) Moradores estranharam o barulho do trem que andava para frente e para traz em baixa velocidade; “parecia descarrilhado”.

O trem nunca deixou de passar pelo pequeno município de Barrocas, porém já não param na antiga estação Agenor de Freitas, registra-se que este foi o primeiro nome do então povoado. Carregados os vagões puxados pelas locomotivas passam direto por aqui, nada é embarcado nem desembarca, até a buzina dificilmente é acionada pelo maquinista. Quem mora perto a linha férrea já está acostumado com o barulho e nem se importa com ele, talvez nem perceba.


Perguntada sobre a hora que o trem passa, a senhora Telma Queiroz nem soube responder, “Sei que sempre passa, mas não sei os horários” respondeu. 

Na quinta-feira o trem circulou pra lá e pra cá no trecho próximo ao Campo Municipal de Futebol, dos dois únicos vagões puxados por uma única locomotiva, após abertura dos compartimentos com o trem em movimento, dele caiam pedras que ajudam na fixação dos dormentes que por sua vez sustentam os trilhos de ferro.


Alguns operários trabalharam na operação que busca evitar acidentes como descarrilhamentos. Pelo visto o trem ainda vai circular por aqui!

Por Rubenilson Nogueira

1 comentário:

  1. "...Agenor de Freitas, registra-se que este foi o primeiro nome do então povoado". Corrigindo: O primeiro nome do povoado foi "Os 30" - assim que passou a estrada de ferro. Por ocasião da construção da primitiva estação (de tábuas e coberta de zinco) o local foi chado de Barrocas. Quando foi construída a atual estação, deram-lhe o nome de Agenor de Freitas, em homenagem a um parente do então diretor da Viação Férrea Federal Leste Brasileiro, Lauro Farani Pedreira de Freitas. Mas a população continuou chamando o povoado de Barrocas, até que o nome foi consagrado para sempre com a criação do município.Confira no livro "Barrocas, uma filha da estrada de ferro", de autoria de João Gonçalves Pereira Neto e Tiago de Assis Batista.
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