quarta-feira, 27 de janeiro de 2021

Caminhoneiros discutem possibilidade de nova greve e contam com apoio de importante entidade do setor

Caminhoneiro de todo o país se mobilizam para novamente 'parar' o país.
Foto: Reprodução Jovem Pan

Após baixo reajuste no valor mínimo do frete e a oscilação no preço do petróleo,  surgem indícios de que caminhoneiros de todo Brasil já se mobilizam e discutem uma possível greve, buscando reivindicar melhorias nas condições impostas a classe. A Confederação Nacional dos Trabalhadores em Transporte e Logística (CNTTL) declarou apoio ao movimento.

As principais reivindicações são: redução no preço do combustível e um considerável reajuste do Piso Mínimo do Frete, que teve apenas 2,51% de aumento: “Hoje temos um piso mínimo da fome. Vamos dar um basta nisso. Vamos cruzar os braços no dia 1º” declarou o presidente do Sindicato dos Transportes Autônomo de Carga e porta-voz da CNTTL, Carlos Alberto Dahmer. 

O porta voz da CNTTL ainda ressaltou que peças e itens essenciais para locomoção tiveram um acréscimo considerável no valor: “Só para ter ideia o preço do pneu teve aumento nos últimos três meses de mais de 60% seja nacional ou importado”, acrescentou.

Numa tentativa de evitar a paralização o presidente Jair Bolsonaro prometeu que a categoria teria prioridade na campanha de vacinação contra a Covid-19 e que reveria o valor do frete e da multa de sobrepeso, porém as declarações do presidente não foram suficientes aos caminhoneiros, que mantém a possibilidade de greve de pé. Segundo o site 'estradão', se as reivindicações não forem atendidas, os caminhoneiros pretendem iniciar a paralização no dia 1º de Fevereiro. 

@ Nossa Voz por Kauã Sherman / Rubenilson Nogueira

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